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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Corinthians: O PRIMEIRO CAMPEÃO MUNDIAL

Hoje faz 10 anos no mundial do Corinthians. Li algumas homenagens e li alguns comentários de pessoas que não entendem nada de futebol, então, pra esclarecer, decidi postar esse texto que eu peguei no site do Corinthians.


O Corinthians é o primeiro Campeão Mundial.

Ao negar esta afirmação, quem a nega externa ignorância semântica. Ou desconhecimento geográfico. Ou perfil antidemocrático. Ou tudo isso junto. Ou, ainda, má fé, mesmo.

As palavras têm seus respectivos significados. Significados que não mudam apenas pela vontade de quem as profere.

Segundo o Houaiss, “mundial” é adjetivo “relativo ao mundo como um todo, à terra inteira; geral, universal”.

Aulete: Ref. ao mundo inteiro, ao planeta".

É notório que, antes de 2000, apenas clubes da América do Sul e da Europa participavam daqueles torneios realizados no Japão ou mesmo daqueles outros, mais antigos, com jogos na Europa e na América do Sul.

Ora, ora. Que estranho "mundo" era aquele que ignorava, por exemplo, a sua maior potência econômica e bélica, localizada na América do Norte?

Que bizarro "mundo" era aquele que ignorava, por exemplo, o seu país mais populoso, na Ásia?

Sabe aquela guerra entre judeus e muçulmanos? No "mundo" daqueles que acham que havia Campeonato Mundial antes de 2000 não existe. É ficção.

Que delirante "mundo" era aquele que ignorava o chamado continente negro? Aliás, a este respeito, pode-se até vislumbrar um certo racismo nesta escolha de continentes aptos a disputar o campeonato "mundial".

Leu alguma coisa a respeito do terremoto no Haiti? Bobagem! Para quem não sabe o significado das palavras, nunca aconteceu.

Dá até pra fazer uma campanha: seja ignorante e duvide da existência da ditadura em Cuba! O triste é ficar sem o Mojito...

Há mais. Que esquisito "mundo" era aquele que ignorava o chamado Novíssimo Continente?

E você que gosta de futebol, está assistindo a Copa Africana? Não perca seu tempo. Para quem não sabe nada de geografia, é tudo virtual. Videogame!

Não acabou! Que excêntrico "mundo" era aquele que ignorava até o próprio país no qual era realizado o torneio? Ou seja, o campeonato "mundial" era realizado fora do "mundo"!!

Entendamos: para ser intitulado de mundial, é necessário, ao menos, dar oportunidade para que todos os continentes tenham seus representantes e não sumariamente ignorá-los.

Os "entendidos" poderão dizer que o futebol fora da América do Sul e da Europa merece sim ser ignorado.

O argumento é antidemocrático. O argumento esquece, por exemplo, que a África já ganhou o torneio olímpico em duas oportunidades, infinitas vezes mais do que o Brasil! O argumento esquece que a Coréia do Sul foi semifinalista em Copa do Mundo. O argumento esquece que os Estados Unidos foram finalistas da Copa das Confederações, após vencer a poderosa Espanha.

Mas, apesar disto tudo, não é este o ponto.

A questão, insisto, é terminológica.

Se querem fazer, disputar, comemorar, a vitória em um torneio que ignora preconceituosamente vários continentes, que o façam, disputem, comemorem.

Mas não o chamem de mundial!

É uma questão de semântica. É uma questão de geografia. É uma questão de democracia.

Campeão Mundial foi o Corinthians. Que foi vencedor de um torneio do qual participaram representantes da América do Sul, da Concacaf, da Europa, da Ásia, da Oceania.

Foi o primeiro deles. Já que, confirmando tudo que foi dito acima, passou-se a copiar o modelo inicial e organizar-se, efetivamente, torneios mundiais.

As palavras, insisto, têm seus significados. E quem trabalha com elas, deveria se esforçar para conhecê-los.

Sérgio Alvarenga
Diretor de Negócios Jurídicos

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Quando o futebol não é literatura

O futebol pode ser muitas coisas, mas pra mim é paixão.
Muitas coisas me incomodaram essa semana, as provas, o depósito do projeto de monografia, o speedy que não funciona desde sexta-feira e todo mundo julgando o Corinthians.
A paixão pelo time inclui muito do ódio que se sente do rival. Rivalidade normal, saca? O que seria do futebol sem os rivais? Agora vem a criatura me falar de moralidade? Pelo amor de deus, não tem nada a ver com moralidade!
O Carpinejar fez um post típico de chorolados, já estão chorando, fazendo escândalo e julgando o Grêmio antes do jogo. Isso porque todos devem lembrar do jogo Integracional 0 X 3 SPFW no fim do campeonato de 2008, simplesmente para prejudicar o Grêmio, ou não? E agora vem dar uma de moralista, fazer todo um escândalo, comparando, inclusive, com quebra de decoro parlamentar. Eu mereço!
Vai fazer DVD 3, daqui a pouco dá pra montar um BOX Chororô! tsc

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Pra esquecer

A melhor forma de esquecer alguma coisa, é fingir que ela não aconteceu. Mas fingir mesmo, porque de tanto fingir, vai ter uma hora que ela simplesmente não vai ter mais acontecido, vai sumir da cabeça pra sempre. A parte mais difícil é que isso tem que ser feito sem ajuda de amigos, então às vezes parece que o coração vai explodir, a cabeça dói, a comida não desce, mas compartilhar essa coisa com alguém é admitir, de algum forma, que ela aconteceu.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Cartinha

Agora tem duas Pâmellas que escrevem no blog e eu não sei qual das duas escreveu isso:

Como alguém que me fez tão mal pode me fazer tanta falta? Eu sei que você não presta nem um pouquinho, que você mente, que você não me quer bem - talvez também não me queira mal, mas certamente não me que bem -, que você é cego e orgulhoso e não acredita em mim, que você fez a sua escolha e por mais que um dia perceba que eu estava certa, nunca vai voltar atrás. Sei também que você não tem (ou não tinha) noção da dimensão do que eu sentia, mas que se você soubesse, isso não mudaria nada. Mesmo assim, sem merecer, eu gostaria que você soubesse que eu também não sei o tamanho do que eu sentia, mas que eu não sinto mais, que agora eu só sinto muita, muita falta de você. Eu sei que a sua vida mudou completamente e que você nem pensa mais em mim, e a minha também mudou, mas apesar de não lembrar a sua idade, seu telefone e milhares de outros detalhes, pelo menos uma vez por semana seu nome aparece na minha cabeça, daí eu lembro dos seus olhos vícios, do seu sorriso largo, do seu cheiro, da sua risada e de todos os momentos bons. Acho que esse é o problema, em nenhum momento eu tive raiva de você - eu gostaria que você soubesse disso também: apesar de tudo, eu nunca tive raiva de você.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

Emoção atemporal

Hoje eu fui ao Museu do Futebol, aqui em São Paulo. Vale muito a pena, tudo muito bem elaborado, excelente!
Daí tem um treco pra escolher uma jogada pra rever, tem várias lá, desde Garrincha até Ronaldo, tem muita coisa legal, mas um vídeo que me emocionou muito foi da final da Copa de 94, Brasil e Itália, nos penaltis, quando o Baggio chuta pra fora. Eu não lembrava, que festa linda!
Bom que eu achei o vídeo no youtube:

domingo, 13 de abril de 2008

"te abraço e sinto coisas que eu não sei dizer..."

Eu fico pensando como seriam as coisas se a gente tivesse a mesmo opinião em tudo... Seria possível gostar mais de você? Não sei, acho que eu enjoaria, entende? É tudo tão perfeito assim. É perfeito até o fato de não poder ter você, porque às vezes eu penso que se você fosse meu ia ser bom, mas ia ser bom por um tempo, depois as coisas iam perder a graça, sabe? Assim do jeito que estamos, ou assim do jeito que não estamos, eu aprendo a deixar minha mão no formato de conchinha (sabe aquela história da areia? que se você quer ter um pouco de areia, não pode apertar a mão com força porque ela acaba caindo aos poucos por algum buraquinho que ficou, não pode deixar a mão totalmente aberta porque o vento bate e a areia voa, o certo mesmo é deixar a mão no formato de uma conchinha) e guardo você no coração.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

verdevício

[em hiato criativo e respiratório, hahaha]

"uma vez uma guia salamantina me disse que o verde era a cor do vício. Eu sempre achei que era 'esperança', mas essa idéia de verde = vício, no pior sentido possível, é muito mais verdadeira. E não me olha assim, isso, fecha os olhos! Pior que mesmo de olhos fechados dá pra saber que são verdes... Eu sei, a culpa não é tua, mas também não é minha, meu bem, NÃO ABRE OS OLHOS, que saco, tu bem sabes que me absorves inteiro assim, tchê! tá, desculpa, mas é que me irrita, eu não quero ser absorvido agora, não te dou abertura pra isso, tudo bem tudo bem, eu sei que tu também não queres me absorver, mas eu sinto muito, tu tens olhos vícios, digo, verdes, e eu não gosto do jeito intenso que eles me tratam..."